17 Apr 2009

Histórias de cafreais




Um jovem/afro-europeu/desfavorecido/filho da puta (risque aquilo de que não gostar) assaltou um pacato cidadão em plena rua com mais três iguais levou um tiro nos cornos e morreu.

Edson Vieira, de 18 anos, já tinha sido detido por crimes de roubo. Por isso, tinha a medida de coacção de apresentações periódicas à PSP.
O moço estava desempregado, não estudava o pai não o obrigava a tamanho desaforo mas "
a minha mãe não gostava nada que ele saísse à noite, principalmente depois de no ano passado ter sido esfaqueado numa discoteca na Damaia", conta a irmã.
Vá lá saber-se onde arranjava o dinheiro.
Um santinho, coitadinho.

Agora António o fulano que deu o milagroso tiro é procurado na rua por mais de vinte amigos do jovem, de 18 anos, a gritarem ameaças de morte.

Morreu em serviço

O amor é fodido, como dizia o Miguel Esteves Cardoso.
Um matulão cigano apaixonou-se por uma miúda também cigana de onze anos (valha-nos isso, pelo menos é entre eles) e como a garota não percebesse o que o amor é, resolveu com a ajuda do pai (o meu filhinho merece tudo) raptá-la.
Dito e feito, é como adquirir calças Levi’s.
Raptada, casada, fodida.
Desculpem colocar as coisas assim, mas foi o que aconteceu.


Casaram, e não foram felizes

3 comments:

Anonymous said...

Clara, não acha este post um pouco xenófobo? Ou você só gosta de pretos para dançar o funáná?

Fado Alexandrino said...

É sempre agradável ler um comentário que não vou comentar porque o post é auto-explicativo.

Já expliquei que essa desagradável confusão não tem pés nem cabeça.
É aborrecido para mim, e seria para ela se por acaso a senhora frequentasse a blogsfera.

Anonymous said...

Foi feita justiça.