19 Sep 2009

Querem mais? Votem neles!


Um jornal pegou num email privado de um jornalista para um colega e pespegou-o na sua página principal.
Os outros dois jornalistas trabalham noutro jornal.
Isto tem um nome, e por acaso é bem feio.

Mas aqui há uma desculpa, é que o jornal em causa é o Diário de Notícias um jornal que sempre se notabilizou por ser a voz do dono e como feito maior após o 25A ter tido a sinistra figura do Saramago como director.
Nesses tempos ele saneou, ou seja deu um pontapé no cú por não os poder mandar fuzilar, a uma dezena de jornalistas que não estavam de acordo com as suas progressistas ideias.

Posteriormente como já pouco vendiam foram buscar o Marcelino que tinha transformado o Correio da Manhã na maior agência nacional de putedo com centenas de anúncio de “massagistas” tudo muito bem embrulhado com dezenas de crimes e muitas fofocas sobre a Liliana e o seu amor pelo pretinho.

Há uma coisa curiosa neste pasquim. Pessoas respeitáveis escrevem lá, ignorando que quem anda na merda, mesmo de galochas e gabardine caga-se.

Voltando ao pasquim número dois ele é o jornal em que a madrinha intelectual é nem mais que a namorada oficiosa do nosso primeiro, a tal que um dia com os jornalistas atrás e á frente, encostou a cabecinha ao nosso primeiro numa matinée.
Está tudo dito?
Não, não está.

É preciso dizer que o namorado é aquele engenheiro de plástico, que era levado às aulas no carro oficial do governo, que mandava os exames por fax com um bilhetinho que se diplomou ao domingo e a quem eu, se tivesse uma quinta, não deixava fazer os cálculos para um muro.
Mesmo assim “fez” dezenas de projectos de “moradias”.

É preciso dizer mais alguma coisa sobre a ética que neste momento é lei em Tugal?

1 comment:

João said...

Fado:
Acredito piamente que pode haver algo sobre o PR.
Vejam que está á frente dos Serviços de Informações.
O Grupo de Macau (quem são e onde estão)pode se quiser ,urdir toda a estratégia em apreço.
Os elementos do Grupo de Macau estão, desde as Polícias aos Serviços de Informações.
Querem mais?