29 Jul 2011

Escolhidos a dedinho


Um psicopata em estado terminal matou largas dezenas de pessoas, na sua maioria jovens, com requintes de crueldade e absoluta ausência de sentimentos.
Foi na Noruega nas proximidades da sua capital Oslo e tratava-se do acampamento de juventude de um dos partidos, no caso o partido que governa.
Parece que o principal motivo era acabar com a degeneração da Europa que segundo ele ( e não está nada sozinho nisto) tende a perder a sua cultura por via de uma imigração incontrolável.
Logo que foi possível as televisões foram entrevistar os sobreviventes. O único que conseguiram encontrar ou pelo menos o único que eu vi ser entrevistado era um rapaz cujo nome, qualquer coisa como Hamil Faruk ou quejando o tornava um alvo apetecível.
Era o que melhor falava norueguês, perdão inglês.
Considerei aquilo uma tentativa intolerável de nos meterem os dedos nos olhos.
Mas hoje a coisa refina-se.
A ex-namoradinha de Portugal a que namorava com o Pinóquio e ia às sessões da tarde nas Amoreiras encostar a cabecinha no ombro do mesmo tudo muito bem filmado pelos jornalistas (se calhar os mesmo de Oslo) descobre maravilhada que já há rostos dos mortos e descobre dois.
Quem eram?
Pois como ela diz "Por  exemplo, Yasin Jamil Rafal, 20 anos, origem iraniana. Por exemplo, Gizem Dogan, turca, 17 anos."
O resto do artigo segue a mesma via
Se gosta de ler pornografia  está aqui .
Arranjem-lhe depressa um namorado para ver se a moça se acalma.

3 comments:

Anonymous said...

É o desespero da esquerda e o jornalismo das causas desesperadas.

Tina

Fado Alexandrino said...

Obrigado.
A tolica propaga-se, o próprio primeiro ministro escolheu ir ao funeral de um estrangeiro assim avalizando a ideia de um apoiante de extrema-direita ao invés de o considerar um psicopata produto do Mal como hoje Henrique Monteiro (Expresso) assinala com grande brilho.

Fado Alexandrino said...

Obrigado.
A tolica propaga-se, o próprio primeiro ministro escolheu ir ao funeral de um estrangeiro assim avalizando a ideia de um apoiante de extrema-direita ao invés de o considerar um psicopata produto do Mal como hoje Henrique Monteiro (Expresso) assinala com grande brilho.