24 Feb 2015

Todo o problema, tem uma solução

Isto é um problema, diria mais um grande problema.
Estamos a perder por ano 150,000 futuros engenheiros que depois darão primeiro-ministros.
Não pode continuar.
E, não vai continuar.
Um dos maiores especialistas mundiais, o Dr. David Justino tem uma solução.


Dou uma ideia para os futuros exames que substituirão estas maçadoras provas.
Três perguntas para responder com uma cruzinha.

1. Qual o primeiro nome do jogador Ronaldo (Cristiano, Owjebuy, Hamadal)
2. CR7 é ( a marca de Cristiano Ronaldo, um símbolo químico, uma notação quântica)
3. Ronaldo, ou seja o CR7 nasceu na ( Madeira, Dallas, Moscovo).

Depois haveria um exame prático que consistiria em colocar uma palermice qualquer no facebook, mandar um SMS e colocar uma trapalhada qualquer no YouTube.

3 comments:

Zephyrus said...

Não há ensino técnico decente.

Na Suécia conheci um casal de licenciados que montou uma vacaria e têm um negócio de lenha.

Um amigo, médico, conheceu no Reino Unido um colega que aos 40 desistiu da Medicina para montar um negócio de agricultura biológica.

Muitas das grandes descobertas e muitos dos avanços tecnológicos partiram de técnicos e não de «doutores» ou de académicos.

Foram os revolucionários de Abril e foi mais tarde o cavaquismo (e a continuação, o guterrismo) que incutiram esta mentalidade.

A Grécia e a Espanha estão parecidas. Daí o desemprego jovem altíssimo.

Zephyrus said...

Se eu «mandasse» parte das escolas secundárias passariam a ser exclusivamente escolas técnicas.

David Justino acabou com as técnicas laboratoriais. Os alunos já não têm a mesma preparação que tinham antes para Ciências Farmacêuticas, Medicina, Bioquímica, Biologia...

Até o ensino para prosseguimento de estudos perdeu a componente prática que tinha no passado.

F.A. said...

Obrigado.
Sou do tempo das Escolas Técnicas, conheci vários engenheiros técnicos (era assim que se chamavam).
Foi uma das maiores asneiras o terem acabado com o ensino técnico para passarem a formar comboios de advogados e outras inutilidades por excesso de oferta.