11 Sep 2013

Há sempre inocentes, culpados nem sempre

Um filme admirável.
É de 1959 mas só agora calhou a ser visto.
Retrata a vida, a pequena vida, de Anne Frank como ela a deixou escrita no seu diário.
Tinha quinze anos.
E milhões de sonhos que foram dizimados.
Uma enorme tristeza.
 

De momento é na Síria.
Depois é noutro lado qualquer, o que menos faltam é pretendentes.
Na simpática Holanda parecia que nunca iria acontecer.
Mas aconteceu.
Também nas províncias ultramarinas aconteceu.
Só que neste último caso nunca se encontrou nenhum culpado.
Talvez um dia, a verdade apareça.





 


 

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