5 Jul 2012

O tortuoso caminho dos (seus) impostos.

O estimado leitor cada vez que lhe dão o recibo de ordenado escandaliza-se e pergunta-se para onde irá tanto dinheiro que lhe roubam com a maior das calmas.
Pois estamos em condições de em rigoroso exlusivo apresentar uma senhora e um senhor que mamam à sua, minha, nossa custa.


Caso Número 1:
A namoradinha de Portugal.
A que vai todos os meses a Angola ou a um sítio onde haja pretinhos ou chinocas em apuros que ela conforta com muitos miminho, gostei muito adeus até ao meu regresso.
Caso Número 2:



 Álvaro Fonseca Ribeiro  um simpático cigano de 63 anos de idade, paga de renda mensal dois euros há trinta anos.

Nem parece cigano porque é burro como uma porta.
Conforme afirma Vítor Reis do IRHU "15% das rendas que emitimos não são pagas. Há pessoas que não pagam renda há dez anos".
Coitado deve ter andado distraído a vender camisas Lacoste nas feiras e não deu para ver a televisão no plasma lá da casa.

Você também queria?

Não dá.

Não é cigano, não tem uma Ford Transit, não tem uma caçadeira.

Equipe-se primeiro.

3 comments:

Táxi Pluvioso said...

Pelo que percebi das novas tendências do Estado o seu papel será: cobrar impostos e contrair dívida. São a únicas fontes de receita do Estado, pelo menos na Europa e EUA, desde há várias décadas: a cobrança invasiva de impostos e ir aos mercados pedir emprestado. E neste conceito "impostos" inclui-se tudo: taxas, coimas, multas, etc. (a sua distinção é quase semântica), a tendência é concentrar todo este serviço na direção-geral dos impostos, como aliás creio que é o que está a suceder em Portugal. Haverá um único ministério, o das Finanças, e talvez um da propaganda, isso é sempre necessário.

F.A. said...

Parcialmente correcto.
Espera-se que o estado cumpra essa primeira função (redistribuitiva) e que acima de tudo seja um fiscalizador da iniciativa privada.

Se infelizmente as suas previsões estiveram certas junte-lhe um Ministério da Paz Para Fazer a Guerra e teremos a Alemanha Nazi.

F.A. said...

Foi recebido um comentário corrigindo um erro de português que se agradece.