30 Dec 2011

Erros meus, má fortuna, amor ardente ...


A primeira ressalva que devo fazer é que sendo verdade que cada caso é um caso as pessoas também devem pensar um pouco antes de se atirarem para uma ribanceira abaixo.

O texto é assinado por uma das mais implacáveis juízas que existem nesta país que tem perseguido de maneira implacável os corruptos e corruptores e até foi muito mencionada nos jornais por ir acabar com as tramóias no futebol.
Infelizmente ainda não há resultado nenhum disto e talvez uma dos motivos é a falta de tonner para as impressoras e outras bugigangas de material de escritório.

Esta jovem aqui citada casou-se e comprou uma casa e conseguiu fazer três filhos à média de praticamente um por ano e  ganhava 600 euros e a casa custava 400 e claro contava com o marido ou companheiro para compartilhar não só o leito (isso já sabemos que sim) mas também as despesas.
E ele agora foi-se embora.
Não vou fazer juízos de valor mas que algumas das personagens desta história deviam ter um pouco mais de juízo parece evidente.

2 comments:

Jorge Santos said...

Algumas pequenas correções. A "senhora" que escreve não é juíza, mas membro do ministério público.
Entre a "perseguição implacável" que é apregoada na imprensa simpática (ou daquela de para quem é bacalhau basta) como diz o outro, e a realidade, há uma grande diferença. Resultados concretos dessa perseguição implacável", até hoje, nada de nada.
Veja-se o célebre caso "apito dourado" e as condenações que não existiram, porque a acusação 8o ministério público que no caso era chefiado pela senhora) não apresentou provas credíveis, para além de umas noticias, plantadas em alguns jornais. E isso, por evidente incompetencia técnica.
Enfim, é mais um mito criado pela imprensa simpática, cujos pés são da mais fina areia.
Mas sempre muito politicamente correcta, muito implacável nas perseguições, e muito indignada com as "exclusões" sociais, que o seu texto evidencia e releva.

Fado Alexandrino said...

Obrigado.
Completou de maneira brilhante aquilo que eu estive quase tentado a escrever.
A Tugulândia sempre adorou mitos.