Que azelha!
Curiosamente, o clamor a que assistimos nos últimos dias contra a
possibilidade de uma maioria de esquerda em Lisboa não foi, nem de perto
nem de longe, sentido Europa fora com a ascensão ao poder em Varsóvia
de um partido xenófobo e antieuropeu ou com as posições expressas em
Budapeste contra a vaga migratória de refugiados da guerra da Síria e a
construção de muros que dividem a Europa sem fronteiras. Os receios são
legítimos, mas convém que haja coerência
Nuno Saraiva
Curiosamente o fulano que assina esta crónica chama-se Nuno Saraiva e é sub-director do jornal que publica na primeira página aquela notícia.
Não era boa ideia que ele soubesse o que o jornal publica?
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