20 Oct 2008

Até que a morte os separe


Uma adolescente de 15 anos, baleada na cabeça pelo ex-namorado, depois de ser mantida refém por mais de cem horas, teve morte cerebral e a família autorizou a doação de seus órgãos, informaram hoje fontes hospitalares (no Brasil).

Em Portugal segundo notícias 32 mulheres foram assassinadas pelos maridos ou companheiros ou amantes que lhes tinham jurado amor eterno.
E foi apenas entre Janeiro e Agosto o que dá uma média de uma por semana.

Infelizmente estes assassinatos que sem favor podem ser considerados dos mais repugnantes passam meio despercebidos na opinião pública.
E pior, muito pior ainda, a violência doméstica é quase escondida.
É nosso dever mudar urgentemente isto.

Desenho retirado daqui

5 comments:

  1. Anonymous12:46 am

    Caro Fado Alexandrino
    Publica pouco mas gosto do que publica. Não se esqueça porém que a mulher também agride e talvez numa percentagem bem maior que o que pensa. A mulher é uma hábil manobradora psicológica e sabe atacar/defender desta forma: a natureza deu-lhe estas habilidades que são por vezes mais eficientes para defender a prole que a força muscular. Não é que eu me queixe pessoalmente ... mas suponho que muitos destes casos têm por trás enquadramentos mais subtis que o simples "homem mata mulher".

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  2. Muito obrigado.
    Claro que cada caso é um caso, e se fosse possível saber os desamores que levam a estes gestos tresloucados ficaríamos certamente espantados com o ódio que as pessoas que se amavam podem vir a ter uma à outra.
    Mas uma coisa é certa são elas que morrem.

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  3. Anonymous1:45 pm

    Fado: eu não voto por opção. Não vou por opção. Nenhuma Constituição me vai obrigar a isso. Se o Sistema implodir, melhor. Para mim, claro. Agora: aceito que eleições (ou referendos ) só sejam válidas se se verificarem os tais 51% de votos. Aí sim. Mas o Aborto ía já para as calendas, pois.
    Abraço.
    http://bandeiranegra1.wordpress.com/

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  4. Aqui, o que os junta é um dar de mãos, vermelho como o coração, e as voltas de fitas a envolver as suas gargantas, vermelhas da paixão.
    É a minha legenda. Cada um que faça outra, será dono do desenho, tanto como eu.

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  5. Anonymous8:47 pm

    Muito bem, completamente de acordo consigo.
    Mas, não só violência sobre as mulheres, também muita violência sobre crianças e mais velhos (é-lhe familiar este termo?).
    E também a violência psicológica, tantas vezes sob a forma de tortura, que é exercida quer sobre a mulher quer sobre o homem e, muitas vezes, sobre crianças.
    Nada, no entanto, que desculpabilize a violência, seja quem for a vítima.

    OBS: finalmente, fado, decidi comentar no seu blogue.
    As picardias, no que me toca, ficam para outro espaço.

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