26 Jul 2015

Grandes Bardos

 
 
Uma boa opção.
Infelizmente estes não a usam, e depois ainda dizem o resultado.

24 Jul 2015

Tão prestável, tão útil, Deus queira que te usem

Querida MILF, é bom que te apresentes assim toda aberta, como aliás é teu hábito, para servires o País.
Mas, há sempre um mas, tens que tirar senha e aguardar calmamente pela chamada.
Para membro do Governo já vai no número 2417.
Para assessora o último tirado há cerca de quinze minutos era o 32789.
Para vogal de qualquer empresa pública 789201.
Resta o lugar de assessora de imprensa, mas não te vá dar um fanico com essa doença de cansaço que tens, nem te digo o número.
Olha, boa sorte, assim como assim o país não vai notar se vais ou ficas.



22 Jul 2015

Ódio velho não cansa

Este sacana rancoroso, aqui fotografado na casa da Câmara que habita em Lisboa por não ter posses, titula a sua crónica de hoje no pasquim como no título se menciona.
Não se vai transcrever aqui a nojeira que é, uma vez que o comunista arrasa sempre tudo e todos menos os seguidores do Stalin.
Mas veja-se um apanhado com que ele ornamenta os ódios de estimação.

 Nasceu o IV Reich ... o balde de cal num cadáver pútrido que só servia para engalanar as vaidades de Angela Merkel e o psicotismo de Wolfgang Schaeuble.
Três mentirosos, ou apenas um, aquele, relapso e contumaz, que conhecemos como tal? (*)

...entender o grau de aviltamento a que estivera obrigado por um grupo de países que só dança ao som do banjo do suserano. A Alemanha, evidentemente.
...e os alemães aumentaram o ódio e o desprezo que por eles nutre um povo de onde veio tudo o que cultural e moralmente somos [Hélia Correia]. A ruptura aberta não é cauterizável a curto prazo, e ódio velho não cansa. Depois, o regozijo de Merkel, cujo desconhecimento de causa se torna cada vez mais evidente, pois a senhora não passa de factótum de grandes interesses, irritou, ainda mais, a nação grega.

Para o saltimbanco do Tsipras reservou " o rosto fechado e trágico "


É uma pena que os jornais (**)continuem a aceitar esta cloaca andante

(*) o Passos Coelho claro está que o atormenta nos sonhos.
(**) Na realidade é só o tabloide onde cabe tudo.

Folhetim

Judite Sousa está descompensada, não logra fazer um luto pacificador.
Merece carinho e compreensão, mesmo quando confunde conceitos de jornalismo, noções que nunca terá aprofundado devidamente.
Do mesmo mal padece a sua administradora espanhola, sem que tenha outra atenuante para lá das diferenças profundas entre a independência do jornalismo, que é a matriz cá; e o servilismo aos projetos políticos, que caracteriza a comunicação do outro lado da fronteira

Octávio Ribeiro - Correio da Manhã

21 Jul 2015

Prémio Nobel da Estupidez

Perdeu a do lado direito, por causa de um desvio com a do meio. 

Um nojo

Um sacana rancoroso e invejoso.
Não queria nem sequer viver na mesma cidade que ele.

Agora é mesmo oficial

Você já desconfiava que aqueles nomes que via na lista do seu concelho, nunca tinha visto no seu concelho.
Pois agora já fica avisado, o seu voto vale uma pevide, nem sequer serve para os colocar no Parlamento.

18 Jul 2015

Grandes frases para a História

Havia um que gritava "O meu Reino por um cavalo"
Este apenas grita quando monta os portugueses (cavalos) porque são pouco maleáveis.
Sua Realeza devia também experimentar as mulas.
Consta que as brasileiras são também além de confortáveis muito dóceis.

17 Jul 2015

Isto anda tudo ligado




Um problema, três opiniões, nenhuma certeza.


A recente tentativa desastrada do secretário de Estado de deslocar para a tutela do Museu do Chiado um conjunto de obras da Coleção SEC mostra como é difícil à capital pensar o país como um todo e não como um "tudo cá". Dessa incapacidade sofreu o Centro Português de Fotografia, pensado como uma instituição autónoma, dinâmica, e não uma dependência da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas.
Lisboa até pode achar que este é o momento de ter um museu de arte contemporânea à imagem de Serralves, mas que o faça à custa da violação do que está protocolado só mostra a má raiz da decisão. Ainda bem que, desta vez, os assaltantes foram apanhados à porta do museu.
(O olhar de um jornalista que percebe tanto de arte como da cultura da batata)

É hoje inaugurada a extensão do Museu Nacional de Arte Contemporânea, dito Museu do Chiado. A saída do Governo Civil de Lisboa do edifício contíguo permitiu duplicar a área expositiva, tornando possível mostrar a denominada Colecção SEC  —  mais de mil obras de arte contemporânea portuguesa  —, encaixotada em Serralves, mas afecta ao MNAC desde Setembro de 2013. Sucede que o secretário de Estado da cultura [não é gralha, é mesmo cultura] revogou o despacho que assinou há dois anos. A colecção continua no Porto, o que não teria mal se pudesse ser vista. Mas não pode.
( A opinião de Eduardo Pitta)

15 Jul 2015

É Carnaval, ninguém leva a mal


Hoje, em dois jornais.
É como na farmácia, há para todos os gostos.

14 Jul 2015

Qualquer dia só escapa o porteiro

Um ex-gestor do Grupo Lena foi detido, esta terça-feira, pela Polícia Judiciária, suspeito de estar envolvido numa fraude de 15 milhões de euros a fundos comunitários, numa operação onde foi também detido um empresário espanhol, soube o JN.

Com bons advogados mesmo que condenado, com os recursos pode estar cem anos sem ir à cadeia.
Foi sempre assim, porque é que havia de mudar?

A estupidez em forma de gente

 
Teria sido mais honesto se Angela Merkel e Wolfgang Schäuble tivessem enviado os tanques alemães invadir a praça Syntagma e tornar a pilhar abertamente a Grécia como o fizeram as tropas nazis há setenta anos. Mas o que a Alemanha e os seus cúmplices fizeram tem menos riscos e é mais lucrativo. A guerra de hoje ganha-se com “banks instead of tanks”.
 

13 Jul 2015

Um especialista europeu

Isto foi há dois anos.
Como sabemos aconteceu exactamente o previsto.
Hoje na SIC explicou porque é que vai voltar a acontecer tudo aquilo que ele aceitava como uma verdade com o sucesso que conhecemos.
Também dá a pedido os números do Euromilhões da semana passada.

11 Jul 2015

A ética dos jornais

 
A personagem em causa não tem, para mim, qualquer relevância.
Nem estou interessado em saber o que a revista escreveu e li muito por alto a resposta do visado.
O que interessa aqui é que foi publicada uma reportagem em 20 de Outubro de 2014, na qual o mesmo se sentiu visado e teve que recorrer à ERCS para que a revista publicasse um desmentido em 18 de Junho do corrente ano.
Ou seja quase oito meses depois.
Quem se mete com a imprensa em Portugal, leva (esta frase, ligeiramente modificada, não é minha, mas calha bem aqui).