
Não seus marotos, não é na que estão a pensar, até porque essa é uma salutar manifestação da mãe natura.
A sua doença só foi descoberta em 2002 pois antes tinha nomes que aqui não se podem publicar, pois este blog é lido por gente de muito bom nível social (ou de outra maneira eu nem aqui escrevia).
A sua doença é a célebre fibromialgia (somente disponível por catálogo e encomenda) e segunda a mesma é ainda vista como “uma doença da moda que não existe”.
Vamos então usar as sábias palavras da ex-adida cultural em London, ex-deputada, ex-actriz de cinema, ex-professora em Abrantes, ex-assessora da Gulbenkian, ex-funcionária da televisão portuguesa (ah! já voltou? não sabia, desculpem) em que explica os sintomas.
Diz ela (ou uma delas, porque nem todas sofrem do mesmo mal) que a doença ainda não é doença porque a lei diz que não se morre com aquilo.
Vamos agora aos sintomas, e até aposto que num instante vão descobrir que têm lá em casa um doente como ela.
Ora vejamos “de manhã para nos levantarmos é como ligar um carro a dez graus negativos, demoramos a aquecer”.
Muito doentes precisam de ajuda para tomar banho. Por isso não gostamos de ter actividades de manhã. As entidades patronais pensam que é preguiça.
Eu cá não penso, mas penso que pelo menos a Isabel Angelino, a Merche Romero, a Pimpinha Jardim et Outras, podiam muito bem de vez em quando ter esta doença e chamarem quem sabe da poda, eu claro, para lhes dar o banhinho.
E, como em todas as doenças, pode sempre piorar-se.
Nesta, então a recaída é terrível.
Diz a doente:
Muito médicos dizem que mudar de ambiente pode ser altamente positivo para um doente de fibromialgia. E eu sinto que piorei muito desde que voltei a Lisboa (tinha melhorado quando foi para London).
Minha querida, como eu a compreendo.
Também eu melhorava se desarvorasse daqui para fora.















































