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2 Feb 2016

Jornais, para cada um o seu paladar


Dois económicos, um é um bocadinho bruto, o outro mais macio para Costa

O JN e o DN, agora são irmãos gémeos.
Só diferem no tipo de letra e no tamanho da mesma.
O JN é sempre mais meiguinho para Costa.
Tudo isto aliás é transitório, quando perceberem que é necessário economicamente apoiar outro, é isso que irão fazer.
Sempre independentes.

23 Jan 2016

O jornal avestruz

Em todas as primeiras páginas vem com maior ou menor destaque o aumentos dos impostos sobre a gasolina, gasóleo e tabaco, bem como o adiamento de algumas bandeiras eleitorais entre elas o IVA da restauração, para o começo das férias.
Mas o Público gosta dos seus leitores, e não os quer maçar com incómodos.
Vai dai faz uma primeira página fofinha.
Até a má notícia vem embrulhada em papel cor de rosa.
Confira aqui os desmancha prazeres.

11 Jan 2016

Deliram

O JN tornou-se um dos melhores propagandistas do Costismo.
Agora que o Costismo se transformou em governo, de vez em quando têm um orgasmo..
Aqui está um, bem grande por sinal.
O Metro do Porto não tem dinheiro para mandar cantar um cego, o de Lisboa aspas idem.
No de Lisboa antes de iniciarem "estudos" era estupendo que consertassem as escadas rolantes, que acabassem o acesso para deficientes no Colégio Militar e que abrissem a estação da Reboleira pronta há mais de seis meses. 
Também convinha que deixasse todos os dias de haver "anomalias técnicas das quais pedimos desculpa aos senhores passageiros".
Claro que esta "notícia" não é para levar a sério, e só isso a desculpa.

5 Jan 2016

Ainda é Natal, uma prendinha

Se costuma passar por lá, este boneco muito bem esgalhado, vai fazer-lhe abrir a boca de admiração.
São árvores importadas especialmente do Mali que crescem aquele tamanho em apenas meia dúzia de meses.
E conforme elas crescem diminui a largura das faixas, porque vão manter-se as três com aquele lindo passeio no meio de 3,5 metros.
Vai ser a Avenida da Liberdade II.
Mas, se não é de Lisboa, não faça já planos para vir ver A Maravilha.
É só para 2017.
E para acautelar a Senhora Câmara avisa que "As obras deverão durar 11 meses, não havendo ainda uma data definida para o início dos trabalhos."
Leia aqui


3 Jan 2016

Frases célebres, que não foram ditas pelos próprios

Sou engenheiro, e honesto.
Outros atribuem-lhe uma versão mais elegante
Sou um honesto engenheiro
Queira confirmar (segundo o jornal ABC) outros enganos célebres.

21 Dec 2015

Podiam ter pudor, mas não têm

Os senhores jornalistas portugueses garantiam que o Podemos ia ser a segunda força política em Espanha e, nos seus sonhos mais húmidos, o futuro Governo.
Não foi.
E assim optaram por dar apenas percentagens, para aliviar um bocadinho a dor, em vez de esclarecerem que o segundo partido teve 90 deputados e que o seu amado Podemos teve 69.
Assim vai a informação em Portugal.
O recorte é do Diário de Notícias, um jornal que foi sempre a imagem do regímen no poder.
Os outros mais ou menos discretos, seguem a mesma cartilha.
A da esquerda.

18 Dec 2015

The sacked one



 
O melhor dos jornais, é a certeza de que só lemos a verdade a que temos direito.
A Bola é o mais generoso, o Diário de Notícias mais forreta.

20 Nov 2015

Outro nome a fixar


O senhor David Fontes ontem teve um problema que ele conta assim:

"Olha, és tu a escrever hoje. Já sabes sobre o que vais escrever?" Não, não sei.

Ora para um senhor jornalista, não há drama maior.
E conseguiu saltar a barreira.
Analisou Paris:

Que parem os terroristas e as mortes, mas também que parem o enunciado das medidas securitárias e os ataques à bomba.

Mais um exemplo da teoria do "mas".
E era preciso encher mais um bocadinho de página e logicamente para quem não sabia o que escrever, escreveu:

Quero saber o que é que vou explicar agora aos meus amigos galegos, que, sentados à volta da mesa de um restaurante em Vigo, me intimavam: "Precisamos que alguém nos explique como é que se indica para formar Governo quem não tem maioria no Parlamento".

Impressionante como estes jornalistas encontram casualmente pessoas que lhe fazem perguntas estupendas para uma crónica imaginária.
E logo galegos e em Vigo, entusiasmados com a política portuguesa e com o Celta de Vigo.
E, continuava a faltar um final para a crónica que não ia ser escrita.
Encontrado, que felicidade:

O 25 de novembro? Sim, os partidos que não se detiveram perante o caráter simbólico dos feriados da Restauração e da implantação da República, queriam reunir para preparar as celebrações dos 40 anos do 25 de novembro, daqui a cinco dias.

Nem mais, com um pouco de detergente e um pano húmido vamos de uma vez por todos apagar o 25 de Novembro.
É que o mesmo incomoda muita gente que gostava que não se lembrassem do que fizeram por lá.
Onde é que você estava no 25 de Novembro?
O senhor David Fontes se não estava onde eu penso, gostava de lá ter estado.
Aguardemos pela próxima crónica que ele queira realmente escrever.

Há de tudo como na farmácia

 

Um facto, audiências em Belém.
Outro facto, cada jornal trabalha a notícia da maneira que lhe apraz.
E ainda outro facto, um deles mente.

13 Nov 2015

Paris a ferro e fogo (outra vez)

Nunca aprendem.
Entretanto em Inglaterra.

Rahela Chowdhury, 32, was abused in Tesco as she was wearing a niqab
John McDougall, 50, approached and shouted 'why can't I see your face?' 
She was left terrified and been scared to leave her house, in Burnley, since
McDougall ordered to pay victim compensation and 200 hours unpaid work



Aqui
 
 







 
 
 

9 Nov 2015

O microscópico jornal, elefante nas asneiras

Três notícia, três asneiras.
O "apoio" não é para quatro anos, não é sequer por um dia, como aliás outros jornais dizem "é na perspectiva da legislatura", ou "será formalizado brevemente" ou "vai avaliar anualmente".
Um mimo.
Depois não há acordo nenhum entre os três.
Coitados dos "melancia", ninguém lhes liga.
Há um suposto acordo entre um e um, e entre o mesmo um e outro.
Há dois que nunca se viram cara a cara.
E finalmente o Governo cai se cair, na terça-feira.
Pior era possível.

7 Nov 2015

Cada jornal, seu paladar





 
Pode parecer estranho, mas são todos de hoje.
O fabuloso acordo a quatro que já está assinado mas que ainda ninguém viu, dá para cada um o imaginar com a sua realidade.

27 Oct 2015

Que azelha!

 
Curiosamente, o clamor a que assistimos nos últimos dias contra a possibilidade de uma maioria de esquerda em Lisboa não foi, nem de perto nem de longe, sentido Europa fora com a ascensão ao poder em Varsóvia de um partido xenófobo e antieuropeu ou com as posições expressas em Budapeste contra a vaga migratória de refugiados da guerra da Síria e a construção de muros que dividem a Europa sem fronteiras. Os receios são legítimos, mas convém que haja coerência
Nuno Saraiva

Curiosamente o fulano que assina esta crónica chama-se Nuno Saraiva e é sub-director do jornal que publica na primeira página aquela notícia.
Não era boa ideia que ele soubesse o que o jornal publica?

24 Oct 2015

Nunca acredite em tudo o que eles dizem


Os jornais andam pelas ruas da amargura.
Até o jornal de referência manda mudar a hora na madrugada de sábado.
Felizmente já não engana ninguém.
Tudo o que escreve é para desconfiar..

20 Oct 2015

É à bruta, vale tudo

Os jornais tugas modernizaram-se.
Agora tomam descarado partido por um fulano, por uma ideia, por uma benesse.
Neste caso é o "I" um folha que vende 4148 exemplares, mais ou menos meio combóio da Linha de Sintra.
É director Vitor Rainho que no Expresso era o especialista da noite de Lisboa.

15 Oct 2015

SNAFU



Os sinais (que são 42) avariaram.
O trânsito correu melhor.
Fantástico, não é?


10 Oct 2015

RIP

Num minúsculo lugar na Irlanda (população 328 habitantes) foi a enterrar Cathriona White.
Teria sido uma ilustre desconhecida (ainda o é, e agora nunca mais deixará de o ser) se não tivesse sido namorada de Jim Carrey.
Pertencia à Igreja da Cientologia.
Suicidou-se.
Por uma ironia do destino foi velada na Igreja de Nossa Senhora de Fátima.
Nunca lá deve ter estado, em Fátima.
Pode ser que agora encontre Aquela que lhe deu o nome.
Leia

1 Oct 2015

No CM o melhor e o pior, lado a lado

 
Este troglodita asqueroso, faz uns filmes, ganha alguns prémios na pepineira saloia dos Globos de Ouro e sonha um dia ser conhecido lá fora.
Como todos os grandes cineastas da paróquia alimenta-se da gamela do Estado.
Ainda que nunca tenha visto filme nenhum dele, ajudei a pagá-los a todos.
Também escreve crónicas de política, quando sai do Lux ás seis da manhã.
Esta é uma deles.
É preciso não se ter vergonha nenhuma na cara para dar aquilo à estampa.