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22 Jan 2013

Vá preparado (muito preparado).

 

Se estas imagens não o chocam, se não teve ou tem algum ente querido muito doente e acamado pode

11 Jan 2013

Don't f*** wih the n*****'s

 
 
Growin'up the son of a… of a huge plantation owner in Mississippi puts a white men in contact with a whole lot o'… black faces.
I spent my whole life here…right here… in Candyland…surrounded… by black faces.
And seein' them ev'ry day, day in day out, I…I only had one question.
Why don't they kill us?

17 Oct 2012

Procure no vídeo clube do bairro


Os seis maiores cineastas portugueses, António Loja Neves, Francisco Ferreira, Jorge Leitão Ramos, Manuel S. Fonseca, Pedro Mexia e Vasco Baptista Marques reuniram-se e fizeram uma lista dos cinquenta filmes que nós, simples espectadores, temos que ver.
Vamos então aprender.

Uma Hora Contigo (também muito apreciado por Passos Coelho quando está com Paulo Portas), Alemanha, Ano Zero (o défice que a Merkl quer em Portugal), Diário de um Pároco de Aldeia (com o programa vêm os discursos de Dom Januário), Serenata à Chuva (com o resumo do Portugal-Irlanda), Aves de Rapina (incluí a listagem de todas as Fundações), O Meu Tio (com as memórias de Alfredo Barroso), e Quanto Mais quente Melhor (com o DVD do Orçamento de 2013).

Há mais todos eles perfeitos e até um luso tem direito a uma menção.
Infelizmente o Expresso ( a lista vem no suplemento Actual) está de tanga e até vai fechar uma data de revistas e por isso ultimamente não tem podido pagar-lhes os bilhetes de cinema.
E por isso de 1980 até agora só puderam ver seis filmes e pior ainda de 2001 em diante deixaram de ir ao cinema.
Coitadinhos.

Claro que há sempre gente  com outra opinião 



7 Sep 2012

A vida num filme

 
O cinema no seu melhor.

 

Três desiludidos da vida cruzam caminhos juntamente com duas personagens secundárias, e aplicam a velha máxima “se não sabes para onde vais, todos os caminhos são bons”.

John Houston realizou sobre um texto de Arthur Miller.

Foi um filme tormentoso com problemas entre os três personagens principais e um realizador que não era conhecido por aturar muito bem as excentricidades dos actores.

Premonitório.

Gable morreu imediatamente após o ter feito.

Foi também o último filme de Marilyn.

Clift atormentado pela sua sexualidade, álcool e drogas durou apenas mais cinco anos, desaparecendo com apenas 45 anos.
 



6 Sep 2012

O cinema como Valium 20





Y no me quedan calificativos para describir la última y tediosa ocurrencia de Manoel de Oliveira, ese venerado director de 104 años que firma O gebo e a sombra. Según él, adapta una obra que supone un ilustre antecedente del Esperando a Godot, de Samuel Beckett, y también una reflexión sobre el poder. Celebro que el maestro me aclare el argumento de su película ya que a mí me resulta imposible entender nada de lo que me está hablando. Pero si normalmente su lenguaje para no contar nada se distingue por el estatismo, aquí ha superado todos sus límites. Ojalá que Oliveira viva 100 años más si ese es su deseo, aunque mi alivio será inmenso el día que ya no tenga la obligación profesional de ver sus películas en los festivales, los únicos escenarios que ofrecen admirado cobijo a su insoportable cine.
Para esborrachar este presumido crítico espanhol, porque é que a RTP1 que é adorada por tanta gente não compra os direitos deste filme e o passa em vez dos concursos do Malato?

29 Jul 2012

Um bocadinho de história

Depois de ler a notícia do feliz momento pensei, e se eu tivesse sido convidado, que prenda daria à super feliz garota que dentro de vinte anos (uma esperançosa balzaquiana de 43 primaveras) amparará o também feliz velhinho com jubilosos 93 aninhos?
Fez-se luz.
Quer saber a verdadeira história do mágico aparelho que tem feito as delicias de ziliões de Nanditas?

1 Jul 2012

Se não sabes para onde vais, todos os caminhos são bons



Como cantava a Xana "não há nada de novo debaixo do Sol".
Pois não.
Para Nick Flynn não foi muito difícil escrever o livro que deu origem a este filme.
Bastou-lhe contar a atormentada vida.
Antes de se fazer um apontamento sobre o filme convêm dizer que a puritana América não iria aceitar o título do livro e então saiu esta coisinha ensossa.
Felizmente em Portugal a distribuidora manteve-o.
Chama-se "Mais uma noite de merda nesta cidade da treta".
Perfeito.

30 Jun 2012

O que se pode fazer por um filho?


A doença quando traiçoeiramente ataca é uma desgraça.
Numa criança é uma tragédia.
O drama que Carlos Martins viveu em relação à doença do seu filho comoveu todo o Portugal e graças aos modernos meios de comunicação a notícia espalhou-se violentamente por todo o mundo tendo o dador positivo sido encontrado algures nos Estados Unidos.
Foi um final extramente feliz.

25 Jun 2012

Um hino à alegria de viver.




Outro grande momento de cinema.
A história do filme, na realidade um guia para todos nós está aí nos três frames do mesmo.

22 Jun 2012

Colírio para o coração

Um hino à vida.
Um filme excepcional.
Duas actuações portentosas muito bem acompanhadas pelas secundárias.
Parece exagerado?
Pois parece mas não é.
Baseado numa história   real  conta-nos como um riquíssimo homem tetraplégico volta a ter a alegria de viver depois de um encontro casual com um portentoso negro que só queria um carimbo para continuar a receber um qualquer subsídio e em vez disso tona-se o braço direito e esquerdo bem como a duas pernas do outro.
Dois mundos completamente opostos que num acto de magia se encontram e completam.
Não perca, seja qual for o seu estado de espírito vai sair melhor depois de ver este filme.
 Está   aqui

6 Jun 2012

Mesmo numa estrumeira há sempre algo bom



Para se ficar a saber um facto histórico ao pormenor compra-se um daqueles tijolos que explicam tudo ao mínimo detalhe sem qualquer falha, não vale a pena ir ao cinema e depois começar a encontrar coisinha aqui coisinha ali que não está totalmente de acordo com o que aconteceu.
O cinema é evasão.
Neste caso ainda se tornou pior porque o filme foi subsidiado (pago na totalidade diga-se a verdade) pela China.
Ora como ele relata uma guerra entre a Chine e o Japão, está bem de ver quem sai mal na fotografia.
Mas na realidade também saiu muito mal no facto histórico como se pode ler aqui

É uma obra admirável, esqueçam tudo o que já viram em batalhas de rua e apreciem aterrorizados os primeiros quinze minutos do filme.
Está lá tudo em especial o sentimento de honra perante a morte daqueles povos.
A história é muito simples.

Um aventureiro que também é cangalheiro chega à cidade no pior momento, ia preparar o padre da missão para ser enterrado.
A missão abrigava um garoto e doze imberbes alunas e de repente torna-se o único sítio seguro naquele inferno.
E num repente outras tantas prostitutas encontram à força abrigo lá.
E o pobre do cangalheiro de repente transformado em padre tem que lidar com aqueles dois antagónicos grupos mais os japoneses.

E arranca em velocidade de cruzeiro com (como dizia o outro) sangue suor e lágrimas e acrescento eu sexo e muita brutalidade.
Pelo meio ainda consegue ter momento de humor.
As interpretações são sem mácula.
A cinematografia esplendorosa (as garotas também).
Perdeu o Globo de Ouro para outro grande competidor
Não perca se perder perdeu um grande momento de cinema

Está   aqui

23 May 2012

Se tenho de sonhar, porque não sonhar os meus próprios sonhos? (*)



A Natureza muito bela e poética pode e por muitas vezes é assustadora.
Um ciclone, um terramoto, uma inundação, uma simples e grande trovoada são momentos que assustam por imprevisíveis, inconstantes e quase sempre por resultados catastróficos.
Quando essas forças avassaladoras explodem não lá fora mas dentro da cabeça de um de nós as consequências são ainda mais dramáticas.
É resumidamente a história deste homem e deste filme.

Casado  com uma mulher que o estima com um emprego absolutamente normal e numa vilória tipicamente americana a única nota menos boa mas aceite é a filha que infelizmente é surda muda.
Emprego, casa, casa emprego com visitas adicionais à igreja e ocasionais ao clube social da terra.
Até que um dia começa a ver a formação de uma tremenda tempestade e a partir daí concentra todas as suas energias em aumentar e fortificar um abrigo que tem no largo quintal da casa.
E de tal maneira se entrega à tarefa que acaba por perder o emprego.
Mas afinal estava tudo na sua cabeça, era esquizofrénico uma herança da Mãe que vive internada num asilo.

É absolutamente assustador acompanharmos a transformação deste homem (quantos existirão passando por nós na rua) destruindo todos os equilíbrios que existem numa família e numa sociedade.
As interpretações do trio central, pai, mãe e filha são irrepreensíveis.
A não perder absolutamente.

Está por aí nos cinemas e   aqui

Nota: O final é de tal maneira ambíguo que suscitou dezenas de comentários no site especializado de cinema (IMDB).

(*) Fernando Pessoa

14 May 2012

Conta Comigo (por algum tempo).


Quatro garotos sabem casualmente onde está um outro garoto que estava desparecido há uns dias e sabem ao mesmo tempo que ele está morto.
E uma ideia brilhante fervilha naquelas cabeças.
Irem lá e apresentarem-se à polícia como os descobridores atingir a fama local e depois logo se verá.
E partem a pé depois de contarem umas patranhas aos pais que na realidade se preocupavam mais com as próprias e tormentadas vidas
Na realidade são todos de famílias como agora se diz, disfuncionais
Há um contra nesta história, é que outro grupo esse já de adolescentes também quer essa glória e contam com um aliado poderoso, o carro que possuem, além de Kiefer Sutherland aqui já a fazer o papel do mauzão.

É um filme absolutamente maravilhoso ao mostrar aquela amizade que só se consegue ter quando ainda somos puros.
Durante aquele peregrinação de dois dias como saindo de um casulo começam a ver-se e a ver o mundo com os olhos do futuro.
Tão diferentes, tão iguais.
Infelizmente na vida real o futuro não foi tão promissor.
Dos quatro, de três não reza a história do cinema e depois de uma actuação a todos os títulos notável neste magnífico filme por aí andam em banais episódios de televisão e coisas menores.
O quarto seguia uma promissora carreira, escolheu matar-se.

5 May 2012

A nossa italiana

Qualquer um pode ser um director de cinema as condições necessárias para o ser são poucas mas nem todos se podem orgulhar de logo no primeiro filme conseguirem fazer uma xaropada da mais alta categoria.

Durante a Segunda Guerra Mundial os americanos tinham muito pouca fé em negros pilotando aviões e pensaram que se os colocassem todos juntos numa única esquadrilha a qual por sua vez era chamada a missões rotineiras limitavam os danos que os mesmos iriam fatalmente provocar.
É a história dos Tuskegee Airmen. que o Red Tails se propõe contar.
Para se ficar com uma ideia da felicidade com que Antonhy Hemingway cuja relevância eram documentários para televisão pega nesta história nada melhor do que perder algum tempo lendo o forum   que o IMDB dedica ao filme.

Como curiosidade maior é também a estreia em cinema de Daniela Ruah que faz o papel de uma italiana (e que bem que ela o fala nas cinco linhas do texto) que se apaixona por um dos negros da esquadrilha após ele ter passado voando baixinho por cima do seu telhado.
No dia seguinte bate-lhe à porta e dois dias depois já estão nos preparos que se vê no fotograma ainda que ela balbucie apenas cinco ou seis palavras em inglês.
Coitadita, é o único que morre.
Depois de abater vinte Stuka, um destroyer e escavar sozinho um campo de aviação alemão chegar aos states com este troféu debaixo do braço já era um bocadinho de exagero.

Não sei se estreia cá no burgo, se acontecer vá por sua conta e risco entretanto está aqui  

19 Apr 2012

Quase uma mala de cartão





Um decadentíssimo cantor de rock arrasta-se pela vida arrastando uma mala de viagem sussurando com a voz que a vida lhe gastou e para que isto se torne real Sean Penn compõe um boneco de elevada qualidade longe de tudo aquilo a que nos habituou.
Nada lhe interessa na vida e os dias passam cinzentos arrastando a magoa de por causa das suas cinzentas canções um par de adolescentes ter cometido suicídio.

E um dia o pai doente bem longe na América (ele vive na Irlanda) e com fobia de aviões lá vai de barco para uma última despedida a quem já não via e de quem nada queria saber há mais de trinta anos.
E surge a revelação de que o carrasco do pai, um nazi, pode estar vivo algures na América.
Como um chamamento do destino decide que deve vingar as humilhações que o pai sofreu nos campos de concentração.
E ele lá vai com a ajuda de um outro judeu especialista em encontrar nazis.
É um momento particularmente tocante este encontro, a explicação de um e a decisão do outro.

Não sei porque é que lhe chamam "cinema italiano". Falando em inglês, sem nenhum actor italiano e passado quase inteiramente na Irlanda e nos Estados Unidos.
O realizador é italiano, talvez por isso.
A música é de David Byrne e o clip que se mostra deu o título ao filme.
Não perca.

9 Apr 2012

Desenganado depois de morto



Um realizador quando se dedica a um filme sobre um facto histórico tem sempre o seu ponto de vista influenciado pelas suas ideias políticas, ninguém é inocente.
O que não quer dizer que como cinema não possa realizar uma obra de alta qualidade.
É aqui o caso.

Os franceses são profissionais em perder guerras foi assim no Vietnam (mas como é que se pode ganhar uma guerra quando aos acampamentos colocam o nome de mulheres, porventura julgavam que andavam a passear nos Campos Elísios) e continuou-se praticamente sem intervalo nesta sangrenta guerra pela independência da Argélia onde a barbaridade dos ataques de lado a lado mataram centenas de civis uns mais inocentes do que outros.

Por fim a Argélia lá conseguiu a sua independência.
Vem isto a propósito de por casualidade ter visto este filme praticamente na mesma altura em que a Argélia se recusou a receber o corpo do assassino que em França matou sete pessoas.
Era de descendência argelina.
Ele queria vingar todas as "argélias" do mundo.
Esta não o quis.
Há ironias tramadas.
Não perca é um grande momento de cinema e de história.

A derrota de Dien Bien Phu
O filme

1 Apr 2012

Por um Camaro




Esmagador documentário sobre um   triplo   assassinato no Texas.

5 Mar 2012

Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira


Uma história quase banal.
Um casal em processo de divórcio.
O motivo é que aparentemente é muito estranho, ela quer ir para outro país e ele não quer porque isso implicaria deixar o pai doente com alzheimer. Há ainda a filha que está entregue ao pai.
Passa-se no Irão um dos muitos países deste século XXI onde não há liberdade para quase nada muito menos para ir respirar novos ares.
O homem para não deixar o pai abandonado vê-se na necessidade de contratar uma quase desconhecida para ficar a tomar conta dele.
E com isto desencadeia-se uma espiral de acontecimentos que com enganos, mentiras, ameaças, muito medo e tribunais populares levam todos ao desespero.

A atmosfera é brutalmente opressiva com as mulheres quais corvos gigantescos embrulhadas sempre naqueles panos negros.
Chega a ser ridícula a pose na cozinha com aquela parafernália a atrapalhar todos os movimentos e o cuidado extremo de não deixar cair o véu do cabelo.
Não se vai contar o filme mas há uma cena aterrorizadora.
Logo nos primeiros dias o pai urina-se pelas calças abaixo e a empregada aflita sabe o que deve fazer mas não o pode fazer.
E então telefona para o que se julga ser um qualquer Ministério da Garantia da Fé perguntando se é pecado mudar as calças ao velhote.
É assim que se vive numa boa parte do mundo.

3 Mar 2012

Errar, errar, sem nunca pensar.





Um passo mais
num caminho
que parece menos
capaz de me levar
onde quero ir
sabendo ser inútil
lá chegar

E por isso mesmo
caminhar e caminhar ...
A primeiríssima coisa a dizer sobre este filme é que tem a Charlize Theron, a segunda é que numa cena (está aí num dos frames) é prestada uma discreta homenagem a Edward Hopper, a terceira é que os americanos nestes filmes de psicodramas familiares são absolutamente imbatíveis.
Não fazem disto aqueles grandes dramalhões mexicanos nem problemas altamente filosóficos comos os franceses e não entram apenas drogados, putas ou a caminho de o serem, pretos ou outras classes desfavorecidas como nos filmes do Canijo & Outros.
Aqui a história é muito simples.

Uma divorciada que escrevia sob encomenda romances a quilo (também há na Tugulândia) resolve voltar à terrinha natal para re-engatar o primeiro namorado que agora está casado e feliz (é cinema não esquecer) com uma criancinha de meses.
De tabela encontra um parceiro de escola aleijado, semi-gay (este é um filme anti convenções) que a acompanha na tentativa de engate e na certeza de emborcarem tudo o que havia para beber na parvónia e que compõe um sensacional papel.
Pelo meio há provavelmente a mais linda cena de sexo que já vi em cinema.
Senhores, não comecem a salivar é apenas sugerido, não me digam que esperavam ver a Theron nua, seus marotos.

Senhoras e senhores não percam, noventa e tal minutos de pura representação com diálogos do melhor.
Uma curiosidade aqui como em dois filmes dos Oscar um cão faz um dos principais papéis.

27 Feb 2012

The Academy of Motion Picture Arts and Sciences (decidiu está decidido)



Ontem, na realidade hoje de madrugada, houve festarola em LA por causa do Oscar.
Não podendo ir por afazeres profissionais inadiáveis e para não perder a mão, resolvi fazer um complexo estudo matemático para prognosticar os vencedores.
Baseie-me entre outras coisas na ciência que Jesus (o nosso, o verdadeiro, o do Benfica) usa nas substituições que faz.
Não me saí muito mal.
Nas quinze previsões acertei numa, a de melhor filme estrangeiro.

Tem um nome complicado é o "Jodaie Nader Az Simin" que vou ver daqui a bocadinho.
Então sem o ter visto porque é que apostei nele, perguntarão?
Apostei nele por ser iraniano, achei que era uma maneira de a Academia dar um beijinho na boca dos senhores de turbante.
Parecendo difícil não era fácil.

Está aí o Christopher Plummer no papel que lhe deu uma estatueta.
Aos 75 anos descobre que é gay.
Devagar se vai ao longe.
Pró ano há mais.