26 Sep 2014

Consultório Sentimental

Que risota meu rapaz.
Não estás sozinho, metade da distinta Assembleia da República também queria fazer o mesmo ao Passos Coelho, mas ele muito astutamente não deixou e, na realidade, quase que acontecia o inverso.
No entanto tenho uma possível solução para ti.

25 Sep 2014

20 Sep 2014

Pode não ter sido boa ideia


 
 
São jovens, querem aparecer nas capas das revistas de consultório e depois queixam-se.
Temos pena.

18 Sep 2014

BREAKING NEWS



YES WINS

 

Para memória futura

Emídio Rangel passou pela vida como um furacão.
Deixou centenas de amigos e centenas de inimigos.
Não concebo melhor maneira de viver esta vida do que evitar a vidinha como O'Neill lhe chamava, o mesmo que escreveu:
"Dai-nos, meu Deus, um pequeno absurdo quotidiano que seja ..."
Isto podia ter sido o seu cartão de visita.
Nunca o conheci, e nem sequer me era simpático.
Sobre a sua morte escreveram alguns.
Segue-se um apontamento de José Pacheco Pereira e de um pulha de quem não quero escrever o nome.
Clique nas imagens para ler.
Não foi possível fazer melhor.

Veludo



6 Sep 2014

De férias, até logo



Vistam muitas camisolas com a fronha do Che estampada

Um filme sobre a vida (e morte) de Reinaldo Arenas, com uma interpretação superlativa de Bardem.
Também mostra o outro lado de uma revolução.
A perseguição a quem não se integrava no "sistema", a miséria, a arbitrariedade, os julgamentos sem defesa, o puro e simples assassinato.
Continua tudo igual, como numa monarquia, a um (Castro) sucedeu outro Castro, o irmão.

3 Sep 2014

Há alguém responsável?

O humorista Ricardo Araújo Pereira é um caso de sucesso em Portugal.
Também é um "homem de esquerda".
E gosta imenso de malhar na direita que ele imagina personificada no Passos Coelho.
Nunca perde a oportunidade de lhe colocar o nome nas suas crónicas.
Nesta esqueceu-se.
Porquê?
Porque este mastodonte foi imaginado e mandado construir durante o consulado do senhor engenheiro-filósofo-delegado de propaganda médica Sócrates.
E teve alguns pequenos problemas durante a sua contrução.
****** Aviso ******
O que se segue contem imagem e texto que pode ser chocante e/ou pornográfico.

2 Sep 2014

Na morte, o modernismo

Houve um tempo em que quando morria um ente querido, especialmente em circunstâncias muito dramáticas, as pessoas choravam a sua dor em família com mais ou menos intensidade, conforme as próprias.
Hoje não é assim.
Se as pessoas envolvidas são aquilo que se denomina "personalidades" uma das coisas imediatas a fazer é transformar a sua privada dor em dor pública.
As próprias encarregam-se disso correndo para as ditas "redes sociais" onde, miraculosamente conseguem limpar as lágrimas e ver o teclado de onde saltam frases cheias de melodrama.
No facebook há coisas simplesmente aterradoras.
Quando da morte do Angélico atingiu-se níveis a roçar a histeria.
E claro, começam a aparecer os "likes" (uma suprema ironia) de quem também quer colher um bocadinho da fama.
Vejamos o caso de uma Mãe que perde um filho.