28 Mar 2008

O rapaz de Cabul


There is only one sin, only one. And that is theft. Every other sin is a variation of theft... When you kill a man, you steal a life. You steal his wife's right to a husband, rob his children of a father. When you tell a lie, you steal someone's right to the truth. When you cheat, you steal the right to fairness.

Do realizador de Monster’s Ball outra obra que igualmente dá um murro no estômago.
A história do Afeganistão desde a invasão pelos russos até à tomada do poder pelos talibans.
Contada e vista pelos olhos de uma criança que se tornou adulta num país estrangeiro.
Não deixa de ser curioso observar que o realizador demonstra que uma comunidade quando expulsa do seu país nunca perde a sua identidade.
Integra-se pouco e mal.
E mesmo as castas nunca são esquecidas mesmo no país da oportunidade.
São duas horas de pura magia.

Trust me.

12 comments:

  1. Não sei de que hei-de dizer que gosto: se do blog, se de si. Nunca sei fazer esta distinção.
    :)

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  2. Bem, vou-lhe dar uma ajuda.
    Não sou alto nem belo nem rico nem forte.
    Viu como é fácil a escolha!

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  3. Não ajudou. Gostar de si é por gostar de como faz. Podia bem ser um marciano azul-esverdeado a estar a fazer assim.
    Isto é um cumprimento, comprido mas sincero.
    :)

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  4. Anonymous11:43 pm

    Eu também gosto , Fado.

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  5. Muito obrigado.
    Até corei!
    Não percam este filme.

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  6. Estou a gostar é deste filme: O Rapaz Encabulado.
    :)

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  7. Anonymous10:59 am

    Isto é mesmo um blog de TONTOS.
    Tanta lamechice junta dá dó, como diria o outro.
    Vão para casa coser blogs...perdão coser meias.

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  8. Impigem25: se a inveja fosse tinha, muita gente era tinhosa.

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  9. anonimus25 said...

    Muito obrigado.
    Você nem vai acreditar mas quem passa a roupa cá em casa sou eu, sou eu também que faço a limpeza da casa e cozinho.
    Aliás se não fosse eu ninguém fazia porque vivo sozinho.

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  10. Anonymous11:50 am

    Olha junta-te à tonta.Ela parece que quer .

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  11. O anónimo desculpe-me, mas não resisto a colocar-lhe uma questão.
    Não me conhece, não conhece a pessoas que fez o favor de colocar um comentário numa intervenção minha, qual é a sua necessidade de ser grosseiro?
    Se por acaso tem um trauma de infância, ou se a mulher o abandonou (note que isto pode parecer mau ao princípio mas depois até pode ser vantajoso) ou se o patrão o trata como lixo qual é a sua necessidade de vir verter o fel para aqui.
    Note que eu não me importo pois sei dar o devido desconto a episódios vindos de frustrações agora o que me aborrece é se o anónimo se sente melhor com isso e não me paga a consulta.
    O mesmo para si e tenha uma boa tarde.

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  12. Anonymous10:06 pm

    Boa, Fado! Continuo a gostar de passar por aqui. Só para me rir com a sua resposta, já valeu a pena.

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