26 Jul 2007

Sombras Brancas


Há filmes intemporais.
São momentos de pura magia só quebrados quando se acendem as luzes no final.
E, mesmo aí, sai-se dos cinemas, flutuando com a cabeça a andar à roda de se ter visto tanta beleza.
È a sétima arte em todo o seu esplendor.
Este é um deles.
Infelizmente nunca consta naquelas listas que a todo o momento se fazem dos melhores disto e daquilo.
Não vale a pena contar a história pois quem se dá ao trabalho de passar por aqui já leu certamente a obra de Denis Diderot.
Vale só a pena relembrar a interpretação superlativa de
Anna Karina superiormente dirigida pelo mestre Jacques Rivette.

3 comments:

  1. Fado Alexandrino, seu mineteiro, não acha que já tem idade para não andar a pairar em caixas de comentários?...
    Seja sincero... Tem realmente espaço para abrir aqui uma garrafa de champanhe decente que seja???...
    Olhe que até a nossa ala canhestra está saudosa dos seus comentários do arrebenta-lenine, esquerda-ao-mar.
    Vá, deixe-se de birras de rinocereonte cobridor, e aceite o convite que está na sua caixa de correio.

    Wish we can receive you,
    Sir
    :-)

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  2. Anonymous12:09 pm

    Só se fores masoquista é que voltas ao ex-Braganzza.Parecias um pandeiro a levar pancada todos os dias... Além disso quem tem ..tem medo... e tu piraste-te!

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  3. Anonymous disse...

    Você deve ser mesmo novito.
    Então nunca ouviu o ditado quanto mais me bates, mais gosto de ti?

    Medo?
    Mas medo de quê?
    Lá e aqui escrevo e escreverei sempre igual.
    Claro que há sempre o perigo de os comunas tomarem o poder e aí ...

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